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Tragédia em esporte radical: jovem morre após salto sem corda em SP

Vítima teria sido lançada de uma ponte sem a corda de segurança durante prática de rope jumping.

14/06/2026 às 21h26
Por: Redação GV Fonte: G1
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Reprodução/Redes Sociais
Reprodução/Redes Sociais

A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu na manhã deste sábado (13) durante uma prática de rope jumping realizada na chamada Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo. Segundo relatos de testemunhas à Polícia Militar, a vítima teria sido lançada sem estar presa à corda de segurança.

O rope jumping é um esporte radical semelhante ao bungee jumping, mas com diferenças no sistema de queda. Na modalidade, o participante salta de locais elevados preso a cordas utilizadas em técnicas de escalada. Após a interrupção da queda, o praticante realiza um movimento pendular no ar, motivo pelo qual a atividade também é conhecida como “pêndulo humano”.

Diferente do bungee jump, que utiliza uma corda elástica e provoca o efeito de subida e descida após o salto, o rope jumping exige um sistema fixo de ancoragem e protocolos rigorosos de conferência dos equipamentos antes da liberação do participante.

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Conforme a PM, testemunhas relataram que a equipe responsável teria esquecido de conectar a corda de segurança à vítima antes do salto. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que a jovem é conduzida até a plataforma e impulsionada. Logo após a queda, pessoas começam a gritar desesperadas ao perceberem a ausência da corda de proteção.

Equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu foram acionadas, mas a morte da jovem foi constatada ainda no local.

Seis pessoas foram detidas após o acidente e três permaneceram presas. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

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A Prefeitura de Limeira informou que pretende processar o governo federal por omissão, alegando que a ponte pertence à União e que o município já havia solicitado medidas para restringir o acesso e reforçar a segurança no local.

Os homens que aparecem nas imagens utilizavam camisetas das empresas Entre Cordas e Ih Voei. Até a última atualização da reportagem original, as empresas não haviam se manifestado.

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