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Mobilização pede justiça por morte de menino atropelado na BR-468, em Palmeira das Missões

Familiares, amigos e colegas de escola se reuniram em frente ao pórtico da cidade para cobrar celeridade nas investigações e responsabilização pela morte de Joaquim Damiani dos Santos, de 12 anos.

Redação GV
Por: Redação GV Fonte: GZH
20/02/2026 às 11h09 Atualizada em 20/02/2026 às 11h14
Mobilização pede justiça por morte de menino atropelado na BR-468, em Palmeira das Missões
José Nelson Santos / Arquivo pessoal

Familiares e amigos de Joaquim Damiani dos Santos, de 12 anos, realizaram uma mobilização na quinta-feira (19) para pedir justiça pela morte do menino, vítima de atropelamento na BR-468, em Palmeira das Missões, no dia 11 de fevereiro.

O ato reuniu cerca de 50 pessoas em frente ao pórtico da cidade, próximo ao local do acidente. Os participantes levaram cartazes cobrando celeridade nas investigações e responsabilização pelo ocorrido.

Alunos da Escola Estadual de Ensino Fundamental Presidente João Goulart, onde Joaquim estudava, também prestaram homenagens com mensagens de saudade e apoio à família.

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O tio do menino, José Nelson Santos, afirmou que os familiares ainda estão em choque e apreensivos quanto ao andamento do caso.

— Estamos todos muito tristes desde que tudo aconteceu, mas temos medo que o responsável permaneça solto e que o caso caia no esquecimento. Queremos justiça — declarou.

Investigação depende de perícias

No dia seguinte ao acidente, o condutor envolvido se apresentou à Polícia Civil, acompanhado de advogado. Ele é natural de Palmeira das Missões e dirigia uma caminhonete Volkswagen Amarok no momento da colisão.

Em depoimento, o motorista afirmou que tentava ultrapassar um caminhão quando ocorreu a batida e que “não percebeu o objeto da colisão”. Após prestar esclarecimentos, ele foi liberado.

A delegada responsável pelo caso, Cristiane Van Riel, informou que as diligências seguem em andamento e que a eventual responsabilização depende da conclusão de perícias.

— Estamos realizando oitivas de testemunhas e aguardando laudos para compreender a dinâmica dos fatos — explicou.

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