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Suspeito de matar professora em Constantina tem prisão temporária convertida em preventiva
Segundo a Polícia Civil, suspeito será indiciado por feminicídio majorado por asfixia, ocultação de cadáver e incêndio doloso
10/08/2026 13h00 Atualizada há 2 horas
Por: Redação GV Fonte: GZH Passo Fundo
Arquivo Pessoal / Reprodução

homem suspeito de matar a professora Glória Werkhausen, 43 anos, em Constantina, no norte do Estado, teve a prisão temporária convertida em preventiva. A Polícia Civil também informou que ele será indiciado por feminicídio majorado por asfixia, ocultação de cadáver e incêndio doloso.

Segundo o delegado Cristiano De Bone, responsável pela investigação, o pedido de conversão da prisão foi feito na semana passada e a prisão preventiva foi decretada na sexta-feira (7). Como o suspeito já estava preso temporariamente, o novo mandado foi imediatamente cumprido.

O inquérito deve ser concluído e encaminhado ao Ministério Público até a próxima sexta-feira (14), com o indiciamento pelos três crimes.

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Glória foi encontrada morta em 12 de julho, depois que um incêndio atingiu a casa onde morava, no bairro Florestal. Inicialmente, havia suspeita de que a professora pudesse ter cometido suicídio. A investigação, porém, apontou indícios de que a morte foi provocada pelo ex-marido e que a cena teria sido forjada.

A perícia identificou um corte no pulso direito da vítima e marcas de esganadura no pescoço. Conforme o delegado, o ferimento no pulso teria sido provocado pelo autor. Glória era destra, o que, segundo a investigação, indica que ela não poderia ter feito o corte daquela forma.

O incêndio também se concentrou na região onde o corpo foi encontrado, na sala de estar. Para a Polícia Civil, os elementos reunidos durante a investigação levaram o caso a ser tratado como feminicídio.

O ex-marido de Glória foi preso temporariamente ainda em 16 de julho. Os dois haviam mantido um relacionamento por cerca de 25 anos e estavam separados havia aproximadamente quatro meses.

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