A morte da professora Glória Werkhausen, de 44 anos, encontrada na noite deste domingo (12) em sua residência, na Rua Ângelo Colet, no Bairro Florestal, em Constantina, está sendo investigada como homicídio. A informação foi confirmada pelo delegado da Polícia Civil responsável pelo caso, Cristiano Deboni.
Conforme a Polícia Civil, a perícia realizada pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP) descartou, de forma preliminar, a hipótese de suicídio. O corpo da vítima apresentava marcas de esganadura, indicando que a causa da morte pode ter sido por estrangulamento.
Segundo o delegado, a investigação segue aguardando os laudos periciais e o resultado do exame de necropsia, que deverão confirmar as circunstâncias da morte.
"Está sendo investigado como homicídio, a partir desse relato inicial, dessa perícia de local que foi passada, preliminarmente, para a equipe do sobreaviso, que o fato seria homicídio por esganadura", afirmou Cristiano Deboni.
Inicialmente, a Brigada Militar foi acionada para atender uma ocorrência de incêndio na residência, com a informação de que poderia haver uma pessoa no interior do imóvel. Ao arrombar a porta, um policial militar encontrou Glória caída no chão, próxima a um sofá.
Professora da rede municipal de ensino, Glória teve sua morte lamentada pela Prefeitura de Constantina. Em nota oficial, a administração municipal suspendeu as aulas nesta segunda-feira (13) e prestou homenagem à educadora.
"A Administração Municipal agradece pelos relevantes serviços prestados à educação de Constantina e presta sua homenagem a uma profissional que deixa um legado de dedicação e compromisso", destacou a nota.
A Polícia Civil prossegue com as investigações para esclarecer a autoria e a motivação do crime.
*Com informações de Rádio Sarandi