
A Escola Estadual de Ensino Médio Lucila Nogueira realizou, no dia 11 de novembro de 2025, o encerramento do 2º Concurso de Fotografia “Meu lugar em foco: natureza, cotidiano e pertencimento”, um projeto que valoriza a expressão artística e o sentimento de pertencimento dos estudantes ao lugar onde vivem.
A iniciativa contou com o apoio da Secretaria de Educação, Cultura e Turismo de Boa Vista das Missões, por meio de recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) — Lei Federal nº 14.399/2022, que busca fortalecer a cultura em estados e municípios por meio de repasses da União.
O projeto teve início em maio de 2025, dando continuidade à primeira edição do concurso e com o objetivo de produzir calendários institucionais ilustrados com fotos tiradas pelos próprios alunos. A proposta incentivou a observação, a criatividade e o registro das belezas naturais, culturais e cotidianas de Boa Vista das Missões.
De acordo com a equipe organizadora, o processo envolveu “muitas horas dedicadas à escrita, ao planejamento e à organização da documentação exigida pelo edital”, destacando que a escola conquistou o 1º lugar no ranking dos projetos selecionados, resultado que reforça o comprometimento com a valorização da arte e da cultura local.
A edição deste ano teve como tema “O lugar onde vivo”, em alusão aos 33 anos do município e aos 63 anos da escola, comemorados em março e maio, respectivamente. As fotografias buscaram retratar aspectos identitários, históricos, geográficos e sociais de Boa Vista das Missões.
As imagens vencedoras foram escolhidas por um grupo de jurados convidados — Galileu Guerra, Guilherme Piovesan, Marta Donida e Morgana Dalcin — e irão compor os calendários institucionais de 2026, que serão distribuídos às famílias dos estudantes e a entidades locais e regionais.
Todas as turmas participaram da ação — Anos Iniciais, Finais e Ensino Médio — sob orientação dos professores regentes e com o apoio da direção e supervisão escolar.
O evento de encerramento reuniu autoridades municipais, professores, estudantes e comunidade escolar, em um momento de celebração da arte, da cultura e do olhar sensível dos alunos sobre o lugar onde vivem.
Encerrando o projeto, a equipe destacou:
“Esse recurso, mais do que financeiro, é um investimento humano e cultural. Ele estará para sempre na casa e no coração de cada aluno e de cada família, pois deu voz e olhar aos nossos discentes sobre o lugar onde vivem — seu lar, sua rua, sua gente.”





















