
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alertou ontem sobre a possibilidade de baixa umidade em 12 estados brasileiros, incluindo o Rio Grande do Sul, com níveis de umidade entre 20% e 12%, aumentando o risco de incêndios florestais e problemas de saúde. A previsão indica que a umidade relativa do ar vai criar condições propícias para incêndios e afetando adversamente a saúde pública com riscos de doenças respiratórias e dores de cabeça.
Adicionalmente, o Inmet emitiu um alerta amarelo para estados como Acre, Amazonas, Santa Catarina, e partes do Rio Grande do Sul, onde a umidade deve variar entre 30% e 20%. Os residentes dessas regiões enfrentam desconforto significativo, incluindo ressecamento da pele e irritações nos olhos e vias respiratórias.
Para amenizar os efeitos da baixa umidade, o Inmet recomenda a ingestão frequente de líquidos, limitar a exposição ao sol durante as horas mais quentes do dia e minimizar atividades físicas ao ar livre. A utilização de hidratantes e umidificadores de ambiente também são sugeridos para aliviar o desconforto.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), índices de umidade relativa do ar entre 20% e 30% caracterizam estado de atenção; de 31% a 40% é considerado estado de observação; quando a umidade está entre 12% e 20%, é classificado como estado de alerta; e o estado de emergência é caracterizado por índices de umidade relativa do ar inferiores a 12%. O índice de umidade relativa (UR) ideal, segundo a OMS, é entre 50% e 60%. Acima ou abaixo desse percentual, a umidade pode oferecer riscos à saúde.
Em Jaboticaba, a umidade relativa do ar está em 37% nesta terça-feira, 10.
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